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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Pouco uso
Nesta época do ano a bike fica meio esquecida.
Tanto que esses dias quando chego em casa é assim que eu acho a minha bicicleta.
Tanto que esses dias quando chego em casa é assim que eu acho a minha bicicleta.
;)
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Ironmind Sumo Team
Já tem um tempinho que eu queria fazer essa postagem. Confesso que estou meio fora de forma, mas tem uma galera da equipe que esta mais "forte" que este senhor com sua bretele seguradora de barriga. Imaginem o público feminino que chega ao Taiko o que pensa de nós.
1) Será uma equipe de Sumo?
2) Nossa...triathlon deve engordar mais que sorvete com cerveja.
3) Será que a bike deles tem um suporte de panceps no quadro?
Vamos tomar tenência cambada !
Agora passamos dos 2000 acessos !!!
Muito obrigado a todos os desocupados (eu me incluo nesse honroso rol também) que fazem este blog despretensioso ter tido tantos acessos em apenas 4 meses de vida. 210 postagens e vários comentários depois estamos aqui firmes e fortes e sempre com o conteúdo cada dia melhor.
Abração a todos Thiagueira !
Ps: pra quem ainda está com dúvida o bonitão aí da foto soy yo :)
Abração a todos Thiagueira !
Ps: pra quem ainda está com dúvida o bonitão aí da foto soy yo :)
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Meu presente do Papai Noel
Ps: o vendedor me disse que meu novo bólido vem com uma pá como item de série .O objetivo é manter as feias sempre afastadas do veículo :)
domingo, 26 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Merry Christimas
Com tanta coisa pra fazer hoje ainda tem um monte de desocupados que passam por aqui. A todos nossos votos de -->
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Jack Tequila Coca-Cola e Água
Sábado passado o nosso querido Jack (Victor Luz) me confidenciou que é fã e ávido leitor aqui do blog.
Recentemente ele teve um problema de saúde que o impossibilitou momentaneamente de treinar. Para aliviar seu stress ele começou a pintar. Recentemente ele apresentou suas obras numa exposição na sede do governo de Santa Catarina e foi aclamado pela crítica. Pois é, não basta ser bi campeão do Ironman...tem que ser artista também.
Recentemente ele teve um problema de saúde que o impossibilitou momentaneamente de treinar. Para aliviar seu stress ele começou a pintar. Recentemente ele apresentou suas obras numa exposição na sede do governo de Santa Catarina e foi aclamado pela crítica. Pois é, não basta ser bi campeão do Ironman...tem que ser artista também.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Ainda não há vencedor do prêmio onde está o Wally
O Filipe Mont Mor Pons (sim o nome do cara é invocado mesmo) foi o primeiro a tentar acertar onde eu estava na foto da postagem onde está o Wally. Ele errou, pois a pessoa apontada foi o Alexandre Nora.
domingo, 19 de dezembro de 2010
Viver e aprender é muito bom
Já treinei muito com grande Orivaldo Coutinho. Ele é bombeiro militar e há mais de 20 anos se dedica ao ciclismo e ao triatlon. Inclusive ele acabou de ser campeão mundial de contra relógio para bombeiros na Coréia do Sul. Pois bem, numa das várias viagens que fizemos pedalando para Pirinópolis ele me ensinou uma técnica para quando acontecer uma coisa como essa aí da foto. O Coutinho falava assim "Thiago quando você perder a curva e ver que vai acertar o meio fio continua pedalando de lado e tenta voltar pra pista que é bem provável que não acabe caindo". Na verdade fiquei um tempão matutando. Achei que era um baita de um conto da carochinha. Quebrei a cara, a foto mostra que é verdade a teoria do Coutinho.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Fotos incríveis 2
Apesar das declarações bombásticas do Mario Cipollini sobre a falta de masculinidade de Andy Scelek nota-se que esse argumento só procede nas competições ciclísticas. Prestem atenção no foco olhar deles ! Ah muleque !!!
Fotos incríveis
Isso que dá quando um monstro que consegue transferir 1400 watts de potência pro pedal usa roda de carbono. Depois não reclama que caiu de cara no chão. Impressionante a imagem !
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Recomendação de leitura
Esses dias me bateu um pouco de saudades de Brasília, particularmente de treinar na capital.
Não conheço o interior de São Paulo, que dizem ser muito bom para treinar também, mas Brasília, pra mim, é disparado o melhor para treinar do Brasil.
Primeiro motivo é a facilidade de lugares para pedalar. Brasília é uma cidade quase que totalmente pedalável. Aqui em Floripa nos penamos um pouco e há lugares como Porto Alegre e Belo Horizonte que eu não sei como o pessoal tem coragem de treinar nesses lugares.
Enfim... comecei a dar uma procurada na internet de alguns blogs de lá e encontrei o http://www.pedaldigital.blogspot.com/
Achei excelente. O blog trás diversas curiosidades e informações sobre o ciclismo em geral e também algumas histórias sobre a cena local do esporte. Mas o que realmente me chamou a atenção foi a quantidade de fotos e o detalhamento das informações quando eles expõe algum equipamento.
Vale a pena conferir. Além disso, o Blog é da equipe do meu amigo Beto França. Triatleta desde os anos oitenta el há mais de quinze anos tem uma empresa de importação (já comprei muito equipamento de triathlon com ele) e também é treinador.
Divirtam-se !!!
Não conheço o interior de São Paulo, que dizem ser muito bom para treinar também, mas Brasília, pra mim, é disparado o melhor para treinar do Brasil.
Primeiro motivo é a facilidade de lugares para pedalar. Brasília é uma cidade quase que totalmente pedalável. Aqui em Floripa nos penamos um pouco e há lugares como Porto Alegre e Belo Horizonte que eu não sei como o pessoal tem coragem de treinar nesses lugares.
Enfim... comecei a dar uma procurada na internet de alguns blogs de lá e encontrei o http://www.pedaldigital.blogspot.com/
Achei excelente. O blog trás diversas curiosidades e informações sobre o ciclismo em geral e também algumas histórias sobre a cena local do esporte. Mas o que realmente me chamou a atenção foi a quantidade de fotos e o detalhamento das informações quando eles expõe algum equipamento.
Vale a pena conferir. Além disso, o Blog é da equipe do meu amigo Beto França. Triatleta desde os anos oitenta el há mais de quinze anos tem uma empresa de importação (já comprei muito equipamento de triathlon com ele) e também é treinador.
Divirtam-se !!!
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Pra você que acha que é muito macho
Mario Cipollini: o cara
Foto e Fonte: Blog Pedal Digital |
Sem dúvida o melhor sprinter de todos os tempos Mario Cipollini sempre foi o homem do marketing do ciclismo. Antes mesmo do Valentino Rossi inventar essas jogadas publicitárias o Super Mario já fazia isso há muito tempo. Atualemte aposentado das corridas oficiais, o exímio sprinter continua fazendo das suas. Há alguns dias ele deu uma declaração bombástica. Que atualmente falta masculinidade no ciclismo. Esse foi um míssel certeiro ao Andy Schelck, que foi extremamente passivo em uma etapa de montanha em que perdeu muito tempo para o Contador e acabou por perder o Tour de France de 2010 em virtude disso.
Mais uma do Super Mario...e os outros vão ter que dormir com uma dessa.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Rivaldo Martins 2
Tá aí um cara que eu gosto de graça.
Como tinha mencionado em postagem anterior, tive o privilégio de treinar com 3 campeões mundiais e com eles aprendi muito.
Um é o Roberto Lemos, meu atual técnico, que foi campeão mundial de Ironman. O segundo foi o Alexandre Manzan, vice campeão mundial de triatlon olímpico ITU e o último é o Rivaldo Martins que foi campeão e recordista mundial de todas as distâncias do triathlon na categoria dele.
Me lembro do dia que saímos eu Rivaldo e o Davi Lobato para pedalar na área alfa em Brasília e o pneu de algúem (não me lembro que agora) furou. Paramos e antes mesmo de tirar o pneu da bike o Rivaldo estava com 75 batimentos. Nunca vi um cara ter uma recuperação cardíaca tão rápida.
O Rivaldo morava perto de casa e quase todas as terças e quintas nós saíamos do Eixão Sul para o treino com o pelotão. Bons tempos aqueles. Tinha dias que o pelote contava com mais de 50 ciclistas. Fugas e sprints nas subidas eram normais e davam aquela "apimentada" nos treinos.
Enfim, no esporte como na vida temos que ter uma boa base para que as coisas deem certo.
Eu tive bons "professores" e, com certeza, o Rivaldo foi um deles.
Abração a todos !!!
Como tinha mencionado em postagem anterior, tive o privilégio de treinar com 3 campeões mundiais e com eles aprendi muito.
Um é o Roberto Lemos, meu atual técnico, que foi campeão mundial de Ironman. O segundo foi o Alexandre Manzan, vice campeão mundial de triatlon olímpico ITU e o último é o Rivaldo Martins que foi campeão e recordista mundial de todas as distâncias do triathlon na categoria dele.
Me lembro do dia que saímos eu Rivaldo e o Davi Lobato para pedalar na área alfa em Brasília e o pneu de algúem (não me lembro que agora) furou. Paramos e antes mesmo de tirar o pneu da bike o Rivaldo estava com 75 batimentos. Nunca vi um cara ter uma recuperação cardíaca tão rápida.
O Rivaldo morava perto de casa e quase todas as terças e quintas nós saíamos do Eixão Sul para o treino com o pelotão. Bons tempos aqueles. Tinha dias que o pelote contava com mais de 50 ciclistas. Fugas e sprints nas subidas eram normais e davam aquela "apimentada" nos treinos.
Enfim, no esporte como na vida temos que ter uma boa base para que as coisas deem certo.
Eu tive bons "professores" e, com certeza, o Rivaldo foi um deles.
Abração a todos !!!
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Rivaldo Martins 1 (Histórico)
Determinação de FerroAos 12 anos, fui campeão brasileiro de natação. Pedalava desde a adolescência. Corria sempre que podia. Em 1984, quando assisti à primeira prova de triatlo realizada em Brasília, onde eu morava, me identifiquei imediatamente com a modalidade. Comecei a treinar no dia seguinte. Cinco meses depois, completei meu primeiro triatlo.
Dois anos mais tarde, estava no 5º (?) lugar do ranking brasileiro. Um dia, assistindo a um vídeo de Iron Man, fiquei impressionado com a corrida e, principalmente, com Pat Griskus, o primeiro homem a terminar os 3,6 quilômetros de natação, 180 quilômetros de ciclismo e 42 quilômetros de corrida de um Iron Man com uma perna mecânica. Na hora, telefonei para meu técnico para combinarmos o treinamento para que eu pudesse correr o Iron Man no ano seguinte. Infelizmente, esse treinamento teve de ser adiado. Alguns dias depois de ver o filme, sofri um acidente de carro e perdi a metade inferior de minha perna esquerda.
Em vez de desistir, resolvi me reerguer e seguir adiante. Pat Griskus não saía de minha cabeça; se ele conseguia competir com uma prótese, eu também poderia. Dois dias depois de sair do hospital, eu já dava umas braçadinhas na piscina. Passados três meses, já usava minha primeira prótese - que mal deixava que eu me locomovesse. Com a ajuda de amigos, rifa de carro, competições de natação para arrecadar dinheiro, entre outras iniciativas, consegui uma prótese melhor, que me possibilitava andar bem e dar minhas primeiras pedaladas.
Dois anos depois já com minha terceira prótese (dessa vez uma peça de titânio e fibra de carbono, especial para atividades físicas) participei de meu primeiro triatlo pós-acidente. Foi um short triatlon em Brasília, eu me lembro de tudo como se fosse ontem. A chegada foi incrível, muitas lágrimas.
Em 6 de outubro de 2001, exatos 15 anos após o acidente em que perdi a perna, terminei meu primeiro Iron Man do Havaí. Eu já havia, após o acidente, concluído algumas etapas seletivas do Iron Man - minha prova preferida no triatlo, mas essa foi a primeira vez em que participei da final mundial.
Em 2002, após algumas competições bem sucedidas nas distâncias olímpicas - 15 quilômetros de natação, 40 quilômetros de ciclismo, 10 quilômetros de corrida - fui atropelado durante um treinamento de ciclismo, quando faltavam apenas dez dias para o Iron Man de Florianópolis. Fiquei de fora de todas as provas de Iron Man que havia programado para o ano passado: Florianópolis, Alemanha e Havaí. Foram dois meses longe dos treinos e das competições até me recuperar. Após esse período, voltei com muita disposição e consegui os primeiros lugares em minha categoria no Brasileiro de Triathlon, na Meia-Maratona do Rio de Janeiro, no Pan-Americano de Triathlon, Maratona de Nova York (minha primeira maratona) e no Mundial de Triathlon (quando conquistei o tetracampeonato).
Muito mais do que a conquista de títulos, o que me deixa orgulhoso é saber que, como Pat Griskus foi um exemplo para mim, hoje eu sou um exemplo para muitos esportistas e paradesportistas. Não importa qual é sua deficiência física nem se você já nasceu com ela ou a teve por um acidente, como é meu caso. Hoje em dia existem esportes para todas as deficiências, é só ter força de vontade. No esporte, você vê que seus limites são amplos, as vezes até mais amplos do que quando você não era deficiente e ficava em casa vendo TV. Nosso paradesporto melhorou muito. Até a Paraolimpíada de Barcelona, os atletas eram convocados um mês antes da competição. Cada um tentava dar o melhor de si e qualquer resultado que viesse era lucro. Nos últimos anos, estamos vendo um trabalho muito mais sério e profissional. Exemplo disso são os atletas selecionados para Atenas 2004 que, com um apoio considerável para todos os seus preparativos - bolsa-atleta, exames periódicos com fisiologistas e técnicos de competições internacionais chegaram à Grécia para fazer do Brasil Paraolímpico uma das grandes potências mundiais.
Com o apoio do CPB, a comitiva brasileira voltou de Atenas com um enorme acervo de medalhas e com a consolidação de ser uma das forças emergentes do mundo paraolímpico.
Em 2005 estabeleci como foco principal as provas de Ironman com o objetivo não só de obter boas classificações, mas fundamentalmente para partir em busca de um novo recorde nessa prova.
Como acontece todos os anos em fevevereiro alcancei uma excelente performance no Triatlon Internacional de Santos e, em seguida, parti para o meu foco iniciando os treinamentos para o Ironman Brasil.
Como parte do treinamento participei em março do Triathlon Long Distance de Ubatuba alcançando um ótimo tempo de 4 horas e 37 minutos que me levou à vitória no age group.
Em maio foi a vez do esperado Ironman Brasil em Florianópolis. Sem dúvida meu melhor momento em termos de preparação física e psicológica para um Ironman. Era a minha chance de chegar não apenas a uma boa classificação, mas acima de tudo quebrar o meu próprio record mundial que já perdurava por quatro anos.
As condições climáticas adversas, o forte e inesperado vento me deixaram a seis minutos do recorde, mas muito feliz com a minha classificação. Primeiro lugar no age group e no 56º lugar dentre os 1200 participantes. Foi a minha melhor classificação da minha carreira nesta modalidade.
Florianópolis apenas adiou meu sonho. Ele se fez realidade, na Alemanha cinco semanas depois. Foi no Ironman de Roth, no mesmo cenário do antigo recorde: baixei o tempo de 10h10m para 9h57m – Uma diferença de treze minutos e mais um sonho realizado - quebrar as 10 horas.
Hoje dedico cada momento de 2006 à missão de projetar o esporte paraolímpico nas escolas de todo país como parte do programa Paraolímpicos do Futuro, tarefa que me compete como Coordenador de Suporte Técnico do Comitê Paraolímpico Brasileiro. Esse tempo reparto também ao meu constante aprimoramento como atleta, sempre em busca de melhores resultados.
Toda vez que eu consiga vencer a mim mesmo, o esporte será o vencedor.
Fonte: site http://www.rivaldomartins.com.br/
Dois anos mais tarde, estava no 5º (?) lugar do ranking brasileiro. Um dia, assistindo a um vídeo de Iron Man, fiquei impressionado com a corrida e, principalmente, com Pat Griskus, o primeiro homem a terminar os 3,6 quilômetros de natação, 180 quilômetros de ciclismo e 42 quilômetros de corrida de um Iron Man com uma perna mecânica. Na hora, telefonei para meu técnico para combinarmos o treinamento para que eu pudesse correr o Iron Man no ano seguinte. Infelizmente, esse treinamento teve de ser adiado. Alguns dias depois de ver o filme, sofri um acidente de carro e perdi a metade inferior de minha perna esquerda.
Em vez de desistir, resolvi me reerguer e seguir adiante. Pat Griskus não saía de minha cabeça; se ele conseguia competir com uma prótese, eu também poderia. Dois dias depois de sair do hospital, eu já dava umas braçadinhas na piscina. Passados três meses, já usava minha primeira prótese - que mal deixava que eu me locomovesse. Com a ajuda de amigos, rifa de carro, competições de natação para arrecadar dinheiro, entre outras iniciativas, consegui uma prótese melhor, que me possibilitava andar bem e dar minhas primeiras pedaladas.
Dois anos depois já com minha terceira prótese (dessa vez uma peça de titânio e fibra de carbono, especial para atividades físicas) participei de meu primeiro triatlo pós-acidente. Foi um short triatlon em Brasília, eu me lembro de tudo como se fosse ontem. A chegada foi incrível, muitas lágrimas.
Em 6 de outubro de 2001, exatos 15 anos após o acidente em que perdi a perna, terminei meu primeiro Iron Man do Havaí. Eu já havia, após o acidente, concluído algumas etapas seletivas do Iron Man - minha prova preferida no triatlo, mas essa foi a primeira vez em que participei da final mundial.
Em 2002, após algumas competições bem sucedidas nas distâncias olímpicas - 15 quilômetros de natação, 40 quilômetros de ciclismo, 10 quilômetros de corrida - fui atropelado durante um treinamento de ciclismo, quando faltavam apenas dez dias para o Iron Man de Florianópolis. Fiquei de fora de todas as provas de Iron Man que havia programado para o ano passado: Florianópolis, Alemanha e Havaí. Foram dois meses longe dos treinos e das competições até me recuperar. Após esse período, voltei com muita disposição e consegui os primeiros lugares em minha categoria no Brasileiro de Triathlon, na Meia-Maratona do Rio de Janeiro, no Pan-Americano de Triathlon, Maratona de Nova York (minha primeira maratona) e no Mundial de Triathlon (quando conquistei o tetracampeonato).
Muito mais do que a conquista de títulos, o que me deixa orgulhoso é saber que, como Pat Griskus foi um exemplo para mim, hoje eu sou um exemplo para muitos esportistas e paradesportistas. Não importa qual é sua deficiência física nem se você já nasceu com ela ou a teve por um acidente, como é meu caso. Hoje em dia existem esportes para todas as deficiências, é só ter força de vontade. No esporte, você vê que seus limites são amplos, as vezes até mais amplos do que quando você não era deficiente e ficava em casa vendo TV. Nosso paradesporto melhorou muito. Até a Paraolimpíada de Barcelona, os atletas eram convocados um mês antes da competição. Cada um tentava dar o melhor de si e qualquer resultado que viesse era lucro. Nos últimos anos, estamos vendo um trabalho muito mais sério e profissional. Exemplo disso são os atletas selecionados para Atenas 2004 que, com um apoio considerável para todos os seus preparativos - bolsa-atleta, exames periódicos com fisiologistas e técnicos de competições internacionais chegaram à Grécia para fazer do Brasil Paraolímpico uma das grandes potências mundiais.
Com o apoio do CPB, a comitiva brasileira voltou de Atenas com um enorme acervo de medalhas e com a consolidação de ser uma das forças emergentes do mundo paraolímpico.
Em 2005 estabeleci como foco principal as provas de Ironman com o objetivo não só de obter boas classificações, mas fundamentalmente para partir em busca de um novo recorde nessa prova.
Como acontece todos os anos em fevevereiro alcancei uma excelente performance no Triatlon Internacional de Santos e, em seguida, parti para o meu foco iniciando os treinamentos para o Ironman Brasil.
Como parte do treinamento participei em março do Triathlon Long Distance de Ubatuba alcançando um ótimo tempo de 4 horas e 37 minutos que me levou à vitória no age group.
Em maio foi a vez do esperado Ironman Brasil em Florianópolis. Sem dúvida meu melhor momento em termos de preparação física e psicológica para um Ironman. Era a minha chance de chegar não apenas a uma boa classificação, mas acima de tudo quebrar o meu próprio record mundial que já perdurava por quatro anos.
As condições climáticas adversas, o forte e inesperado vento me deixaram a seis minutos do recorde, mas muito feliz com a minha classificação. Primeiro lugar no age group e no 56º lugar dentre os 1200 participantes. Foi a minha melhor classificação da minha carreira nesta modalidade.
Florianópolis apenas adiou meu sonho. Ele se fez realidade, na Alemanha cinco semanas depois. Foi no Ironman de Roth, no mesmo cenário do antigo recorde: baixei o tempo de 10h10m para 9h57m – Uma diferença de treze minutos e mais um sonho realizado - quebrar as 10 horas.
Hoje dedico cada momento de 2006 à missão de projetar o esporte paraolímpico nas escolas de todo país como parte do programa Paraolímpicos do Futuro, tarefa que me compete como Coordenador de Suporte Técnico do Comitê Paraolímpico Brasileiro. Esse tempo reparto também ao meu constante aprimoramento como atleta, sempre em busca de melhores resultados.
Toda vez que eu consiga vencer a mim mesmo, o esporte será o vencedor.
Fonte: site http://www.rivaldomartins.com.br/
Lágrimas Vermelhas
Meio estranho um brasiliense torcer para um time do Rio Grande do Sul. Explico para vocês essa situação. Minha família tinha uma casa em Nova Petrópolis, cidade da Serra Gaúcha, e eu passei boa parte da minha infância e adolescência por lá.
Daí escolhi o melhor time, obviamente o Internacional de Porto Alegre.
Estou muito triste com a derrota no campeonato mundial, mas essas estrelas aí da foto ninguém vai nos tirar.
Lágrima vermelhas infelizmente vertem (metaforicamente) dos meus olhos agora.
Daí escolhi o melhor time, obviamente o Internacional de Porto Alegre.
Estou muito triste com a derrota no campeonato mundial, mas essas estrelas aí da foto ninguém vai nos tirar.
Lágrima vermelhas infelizmente vertem (metaforicamente) dos meus olhos agora.
Vamos lá pessoal...vamos chegar à vinte seguidores
Estou aqui tentanto aumentar o número de acessos do blog. Sabem que eu atualizo o TFTRI quase que diariamente e já temos um conteúdo legal para poder veicular o triatlon brasileiro.
Está lançada a campanha então.
Vamos lá pessoal !!! O blog teve mais de 300 acessos em poucos dias.
Vamos angariar mais seguidores !!! Chame a mulher, o marido, o namorado, cachorro, piriquito ou papagaio !!!
Vamos fazer esse nosso espaço bombar !!!
Abraço para vocês !!!
Está lançada a campanha então.
Vamos lá pessoal !!! O blog teve mais de 300 acessos em poucos dias.
Vamos angariar mais seguidores !!! Chame a mulher, o marido, o namorado, cachorro, piriquito ou papagaio !!!
Vamos fazer esse nosso espaço bombar !!!
Abraço para vocês !!!
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Obrigado pela preferência
Seja no seu Black Berry ou Iphone, seja de casa, do serviço ou do trabalho obrigado pela visita !!!
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Como não fazer um bike fit
Aprendam aqui no blog como não fazer um bike fit.
Pra quem faz triathlon há menos de 10 anos podem ter uma certa dificuldade em reconhecer quem é essa figura emblemática do nosso esporte.
Não vou ficar fazendo suspense com vocês, esse cara aí da foto se chama Jürgen Zack e até hoje tem o recorde do ciclismo no Ironman com 4:14 e o segundo tempo mais rápido do Ironman de todos os tempos 7:51.
Nem precisamos de muito esforço para ver que a posição dele é horrorosa, totalmente antiaerodinâmico.
A resposta para isso é que o Jürgen sempre teve sérios problemas nas costas e só conseguia pedalar nessa posição.
Pra quem faz triathlon há menos de 10 anos podem ter uma certa dificuldade em reconhecer quem é essa figura emblemática do nosso esporte.
Não vou ficar fazendo suspense com vocês, esse cara aí da foto se chama Jürgen Zack e até hoje tem o recorde do ciclismo no Ironman com 4:14 e o segundo tempo mais rápido do Ironman de todos os tempos 7:51.
Nem precisamos de muito esforço para ver que a posição dele é horrorosa, totalmente antiaerodinâmico.
A resposta para isso é que o Jürgen sempre teve sérios problemas nas costas e só conseguia pedalar nessa posição.
Abaixo uma foto mais nova em que ele testa sua nova bike no túnel de vento, mas podem ficar tranquilos, pois nessa posição só pra fazer testes mesmo. Dúvido que ele pedale assim mais de uma hora sem ficar entrevado e cheio de dor.
sábado, 11 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Campanha vinte seguidores até segunda-feira
Estou aqui tentanto aumentar o número de acessos do blog. Sabem que eu atualizo o TFTRI quase que diariamente e já temos um conteúdo legal para poder veicular o triatlon brasileiro.
Está lançada a campanha então.
Vamos lá pessoal !!! O blog teve mais de 300 acessos em poucos dias.
Vamos angariar mais seguidores !!! Chame a mulher, o marido, o namorado, cachorro, piriquito ou papagaio !!!
Vamos fazer esse nosso espaço bombar !!!
Abraço e bom final de semana para vocês !!!
Está lançada a campanha então.
Vamos lá pessoal !!! O blog teve mais de 300 acessos em poucos dias.
Vamos angariar mais seguidores !!! Chame a mulher, o marido, o namorado, cachorro, piriquito ou papagaio !!!
Vamos fazer esse nosso espaço bombar !!!
Abraço e bom final de semana para vocês !!!
Prova do Campeonato Catarinense esse final de semana em Floripa
Pessoal,
Transcrevo abaixo o endereço do link que retirei da página da FETRISC sobre o evento que vai ocorrer nesse final de semana. Trata-se da última etapa do campeonato catarinense de triathlon que vai acontecer em Jurerê.
Percebam que ao final há a nominata dos inscritos.
Boa sorte a todos !!!
http://www.fetrisc.org.br/site/home.php?conteudo=calendario_detalhes&id=MTc2
Transcrevo abaixo o endereço do link que retirei da página da FETRISC sobre o evento que vai ocorrer nesse final de semana. Trata-se da última etapa do campeonato catarinense de triathlon que vai acontecer em Jurerê.
Percebam que ao final há a nominata dos inscritos.
Boa sorte a todos !!!
http://www.fetrisc.org.br/site/home.php?conteudo=calendario_detalhes&id=MTc2
Regressivo
Desde quando eu voltei a treinar depois de toda a novela que eu passei com dor nas costas a tônica dos meus treinos é a regressividade.
Eu não perdi velocidade, mas a endurance no final dos treinos acaba. Saio pra correr a 5 KM por minuto e após uns 5 ou 6 KM parece que o plug é arrancado subtamente da tomada e aumento para 5'30'' ou coisa parecida.Tenho certeza que devo voltar a ser constante nos treinos para a resistência voltar, mas vamos combinar, ficar sem treinar é pior do que treinar sempre.
Toda a recuperação de lesão e depois a volta aos treinos realmente é um saco, mas um dia ou outro, todos já enfrentamos ou teremos que nos deparar com isso.
É da vida...
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Pessoal vamos colaborar !!!
Temos entre 25 e 30 acessos por dia em média, mas o número de seguidores e comentaristas ainda está deixando um pouco a desejar.
Vamos lá pessoal. Vamos agitar um pouco as coisas.
Além disso vou deixar por aqui meu contato no orkut e facebook para ajudar a divulgar um pouco mais o blog.
Cliquem aqui do lado e tornem-se seguidores. Isso ajuda e muito a divulgar o blog para pessoas de outras regiões.
Valeu e abraço a todos !!!
Thiagueira
Vamos lá pessoal. Vamos agitar um pouco as coisas.
Além disso vou deixar por aqui meu contato no orkut e facebook para ajudar a divulgar um pouco mais o blog.
Cliquem aqui do lado e tornem-se seguidores. Isso ajuda e muito a divulgar o blog para pessoas de outras regiões.
Valeu e abraço a todos !!!
Thiagueira
Peter Robertson anuncia sua aposentadoria
Esse cara foi quem botou água no chopp do Chris McCormick. Ganhou a vaga para as Olimpíadas de Sydney e não quis "trabalhar" pra ningúem do time australiano, ou seja, não aceitou o jogo de equipe. Daí em diante o Macca abandounou o triathlon olímpico e foi correr 70.3 e Ironman nos USA.
Resultado: a Austrália não levou nem uma medalha no masculino na Olimpíada de estréia do triathlon.
Adepto de treinos com pouco volume e uma intesidade alucinante esse cara, como o Spencer Smith realmente não "economizava" nada no momento da competição. Eles davam tudo do começo ao fim das provas.
Pena que nos últimos anos ele já não vinha tendo bons resultados.
Segue abaixo uma pequena biografia:
Peter Robertson (AUS) biografia:Nascido em 1976, era o caçula de uma família com quatro irmãos, Robertson cresceu em Melbourne, Victoria. Ele começou no esporte em 1992 e logo passou à frente na competitiva cena do triathlon australiano. Campeão do mundo três vezes, em 2001, Edmonton, no Canadá, em 2003 Queenstown, Nova Zelândia, e em 2005 Gamagori, Japão. Terminou em 34o. lugar em 2000 Jogos Olímpicos de Sydney, Robertson também competiu nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004 e terminou em 24o. Ele também ganhou uma medalha de bronze nos Jogos da Commonwealth 2006 em Melbourne.
Resultado: a Austrália não levou nem uma medalha no masculino na Olimpíada de estréia do triathlon.
Adepto de treinos com pouco volume e uma intesidade alucinante esse cara, como o Spencer Smith realmente não "economizava" nada no momento da competição. Eles davam tudo do começo ao fim das provas.
Pena que nos últimos anos ele já não vinha tendo bons resultados.
Segue abaixo uma pequena biografia:
Peter Robertson (AUS) biografia:Nascido em 1976, era o caçula de uma família com quatro irmãos, Robertson cresceu em Melbourne, Victoria. Ele começou no esporte em 1992 e logo passou à frente na competitiva cena do triathlon australiano. Campeão do mundo três vezes, em 2001, Edmonton, no Canadá, em 2003 Queenstown, Nova Zelândia, e em 2005 Gamagori, Japão. Terminou em 34o. lugar em 2000 Jogos Olímpicos de Sydney, Robertson também competiu nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004 e terminou em 24o. Ele também ganhou uma medalha de bronze nos Jogos da Commonwealth 2006 em Melbourne.
Zé do Pedal: seu filme já está sendo rodado
Foto Facebook do Vicente Saraiva |
Eu já tinha postado por aqui que o dinheiro para a produção do filme já tinha sido autorizado.
Agora o Vicente e seu amigo Márcio Garapa estão botando a mão na massa.
Com certeza terei uma cópia do filme na minha casa, já que humor e muitas histórias legais serão a tônica da película.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Enquete interessante no mundotri
Pois é pessoal eu sempre gostei, principalmente ao final de cada ano, de fazer enquetes. Apesar do grande número de acessos que o blog tem tido acho que deveríamos debater e comentar um pouco mais as notícias por aqui. Está aí um prato cheio...divirtam-se !!!
Thiago Freitas
PS: meu voto vai pro Colluci e pra Carla Moreno :)
Triatletas do ano 2010: participe da votação e concorra a um tênis da Asics
(Sem avaliação)
Chegou a hora de coroar esses atletas com nossa tradicional votação dos Triatletas do Ano. Selecionamos oito homens e oito mulheres que tiveram grande desempenho em 2010. Os leitores do MundoTRI acompanharam semana a semana, prova a prova a performance de cada um deles e agora podem escolher: quem são os triatletas do ano 2010? Ao votar até o dia 20/12, você ainda concorre ao sorteio de um Tênis da Asics. Acompanhe as parciais em nossa página no Facebook.Mulheres
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